2019 de esperança e oração no Santuário

Publicado em 4 jan 2019

No maior santuário mariano do mundo, o ano de 2019 inicia repleto de devotos que buscam a Casa da Mãe para agradecer e pedir a sua intercessão para o novo ano.

Thiago Leon
Thiago Leon

Padre João Batista, reitor do Santuário afirma que o grande movimento de romeiros se dá pela certeza de ser bem acolhido em qualquer época do ano e pelo desejo de agradecer as bênçãos recebidas de Deus.

“Em qualquer dia que você chegar, (você) vai ser bem acolhido, vai ter estrutura preparada com estacionamento, água, banheiro e, sobretudo, padres. O que faz a diferença em Aparecida é a certeza que as pessoas tem que vindo aqui vão ver Nossa Senhora e vão encontrar um sacerdote para celebrar, para confessar, para benzer.”

O reitor também ressalta o aumento das pequenas romarias, que se organizam com facilidade para garantir a sua visita ao Santuário. “O romeiro agora não depende tanto de ônibus para vir. Os pequenos grupos estão vindo de van, as famílias vêm nos seus carros próprios. O que torna Aparecida grande não são as grandes romarias; são as pequenas romarias que vão se somando e formam o montante de milhões”.

No ano de 2018, o Santuário de Aparecida atingiu a marca de mais de 12.595 mil romeiros, estando atrás apenas do ano de 2017, quando foram celebradas as comemorações pelo tricentenário do encontro da Imagem de Aparecida, com um movimento de mais de 12.996 mil devotos.

Júlio Oliveira
Júlio Oliveira

Para 2019, o reitor prevê um aumento no número de devotos no Santuário, considerando que 2018 foi um ano atípico, com acontecimentos como a greve dos caminhoneiros, a copa do mundo e as eleições.

“O ano começou esperançoso. Nós acreditamos que será melhor em termos de celebração e presença de romeiros. 2019 tem tudo para ser um ano para chegarmos a mais de 13 milhões de romeiros em Aparecida”, destacou.

O reitor lembrou que, nesse ano, a Igreja terá dois momentos importantes que vão acontecer em outubro, mês da Padroeira do Brasil, que são o Sínodo da Amazônia e o Mês Missionário Extraordinário, ambos convocados pelo papa Francisco.

“Esses dois eventos serão rezados no Santuário ao longo do ano. Já começaremos nesse dia 12 de janeiro a rezar a missionariedade da Igreja do Brasil e, por consequência, a missionariedade do Santuário Nacional. É dentro dessa realidade de esperança e missão que nós aguardamos um 2019 com muitas celebrações e participação dos devotos”.

Além das celebrações a cada dia 12, no Dia Oracional, o Santuário dedica também a Novena e Festa de Nossa Senhora Aparecida a essas duas realidades. “Vamos seguir a mesma metodologia de anos anteriores, de ser uma novena e festa oracional. Vamos convidar o povo para rezar a missão da igreja no Brasil e rezar com Nossa Senhora. A partir de Maria, com Jesus, nós vamos à Missão. Por isso, o tema deste ano é ‘Com Maria, escolhidos e enviados em missão’.


fonte: a12.com


São Basílio Magno, luminário da Capadócia

Publicado em 2 jan 2019

São Basílio conheceu Cristo mais profundamente e retomou a amizade com Jesus

Hoje, recordamos três nomes e três amigos em Cristo Jesus. Reconhecidos como luminários da Capadócia, região da Turquia, são eles: Gregório, seu irmão de sangue, São Basílio Magno e o amigo São Gregório Nazianzeno. Dois irmãos de sangue, três grandes amigos em Cristo Jesus.

São Basílio Magno nasceu de uma família santa que buscava testemunhar, na própria vida e na formação dos filhos, o grande amor por Cristo e pela Igreja. Foi assim que, ajudado pelo pai, São Basílio Magno recebeu a primeira formação. Depois, passou por Constantinopla, chegando a estudar em Atenas e formar-se em retórica. A essa altura, mesmo tendo um coração bem semeado pelo Evangelho, ele começou a buscar glórias humanas. É importante percebermos isso na história dos santos. Eles não nasceram santos e não foram obrigados a ser santos; aceitaram este desafio, mesmo que houvesse, em algum período, um desvio. Mas a misericórdia do Senhor sempre nos dará uma nova change. Foi o que aconteceu com São Basílico.

Ao conhecer o amigo São Gregório Nazianzeno, São Basílio conheceu Cristo mais profundamente e retomou a amizade com Jesus. Ele, que já era muito culto, direcionou todo o seu potencial para Aquele que é a verdade, o Logus, o Verbo que se fez carne, Jesus Cristo, nosso Senhor e salvador. Retirou-se por um tempo dali e pôde viver uma vida de muita oração e penitência. Depois, foi inspirado a se aprofundar na vida eremítica e também na vida monástica. Visitou o Egito, Síria, Palestina e estudou ao ponto de, com seu amigo Nazianzeno, começar uma comunidade monástica.

Aconteceu que, diante da realidade na qual o Arianismo – heresia que afirmava que Jesus Cristo não é Deus – confundia muito as pessoas e ainda era apoida pelo imperador do Oriente chamado Valente. Enfim, que confusão doutrinal! Nesta altura, em Cesaréia, São Basílio, em 370 d.C. foi eleito bispo, sucessor de um dos apóstolos. Homem de caridade e de testemunho, ele pôde combater e ver a verdade vencendo o Arianismo. O imperador não colocava medo nesse homem cheio do Espírito Santo. São Basílio também tinha muitas obras, não era apenas um homem de palavras; cidades de caridade surgiram por meio dele.

Ainda padre, ele já era um testemunho reconhecido, uma autoridade não só pela Igreja, mas pela vida. São Basílio Magno deixou uma riqueza de escritos e, principalmente, a certeza de que amigo de Jesus, felizes nós seremos. Em 379 d.C., ele partiu para o céu e intercede por nós.

São Basílio Magno, rogai por nós!


fonte: a12.com


Presidente toma posse e Papa Francisco enviou o Núncio Apostólico no Equador como Legado

Publicado em 2 jan 2019
Presidente toma posse e Papa Francisco enviou o Núncio Apostólico no Equador como Legado

Padre João Firmino, pároco da catedral de Brasília, recebeu cumprimentos do casal Jair e Michele Bolsonaro na segunda etapa do circuito feito para a posse da presidência da República. Não fazia parte do plano amplamente divulgado pela imprensa. Logo que o casal saiu do carro que os conduzia desde a Granja do Torto, antes de entrarem para o Rolls Royce, diante da catedral, chamado atenção pela mulher, o presidente pediu que o pároco se aproximasse e o cumprimentou.

Sem cerimônia religiosa
Apesar de falar em Deus em vários momentos durante os discursos pronunciados pelo presidente, não houve nenhum tipo de cerimonia religiosa entre os principais ritos da posse.

Legado Pontifício
Em carta assinada pelo secretário de Estado do Vaticano, cardeal Pietro Parolin, Papa Francisco nomeou, no dia 20 de dezembro, um legado pontifício, ou seja, um representante, para a posse do novo presidente do Brasil, Jair Messias Bolsonaro, neste dia 1º de janeiro, data que Igreja celebrou Maria, a grande Mãe de Deus.

O escolhido pelo Papa Francisco é Dom Andrés Carrascosa Coso, núncio apostólico do Equador.

 

Foto de capa: Marcos Corrêa/Presidência da República

 


fonte: a12.com


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