Santa Maria Madalena de Pazzi, entrou para a Ordem Carmelita

Publicado em 25 mai 2018

Santa Maria Madalena de Pazzi, abandonou tudo, os bens e projetos para consagrar-se totalmente a Deus

Nasceu no ano de 1566 em Florença, na Itália, e pertenceu a uma nobre família.

Ela muito cedo se viu chamada à vida religiosa e queria consagrar-se totalmente. Abandonou tudo: os bens e os projetos. Entrou para a Ordem Carmelita e ali viveu por 25 anos. Uma aventura espiritual mística que resultou em uma grande obra com suas experiências carismáticas.

Todos os santos foram carismáticos. E a nossa Igreja é carismática, pois ela é marcada pelas manifestações do Espírito Santo. Precisamos aprender com os santos a sermos dóceis ao Espírito Santo. Ela sofreu muito. Amou a cruz de cada dia. Santa Maria sofreu com várias enfermidades até que entrou no Céu, com 41 anos. Seu lema foi: “Padecer, Senhor, e não morrer!”

Santa Maria Madalena de Pazzi, rogai por nós!


fonte: a12.com


Editora Santuário lança livro sobre história da devoção a Nossa Senhora Aparecida

Publicado em 25 mai 2018

A Editora Santuário acaba de lançar neste mês de maio o livro “Mãe Aparecida no Brasil: História, Devoção e Missão”, do missionário redentorista Ir. José Mauro Maciel

Na obra, Irmão Maciel faz um levantamento histórico dos 300 anos de devoção a Nossa Senhora Aparecida em nosso país, oferecendo dados históricos, religiosos e devocionais, que compõem o cenário eclesial católico, a partir da Devoção à Mãe de Deus. Na obra, destacam-se os capítulos dedicados à descrição do diário de viagem do Governador Pedro de Almeida à região do Vale do Paraíba, em 1717, motivo principal pesca milagrosa, em que foi encontrada a Imagem da Padroeira por três pescadores. Segundo o autor “a História da Devoção a Nossa Senhora Aparecida se confunde com a História do Povo Brasileiro, porque ela pontilha no decorrer dos tempos esse vértice de identificação com nossa real brasilidade”. O JS conversou com Ir. Maciel, que deu detalhes sobre “Mãe Aparecida no Brasil: História, Devoção e Missão”:

 

Jornal Santuário – O senhor faz um apanhado dos 300 anos de fé e devoção do povo brasileiro a Nossa Senhora Aparecida. O que motivou o senhor a escrever uma obra sobre esse assunto?

 

Irmão José Mauro Maciel – Este livro, cuja publicação só foi possível este ano, é a soma de um desejo meu e o pedido do Pe. Valdivino Guimarães, na época diretor da Academia Marial de Aparecida, em novembro de 2015. A obra segue os caminhos indicados pela História. São experiências de fé continuadas pela Doutrina Católica. A saber, toda devoção sadia tem uma missão a cumprir na Comunidade Igreja.

Jornal Santuário - Durante esses 300 anos de devoção a Nossa Senhora Aparecida, quais foram os acontecimentos históricos que, em sua opinião, contribuíram para a popularização da devoção à Padroeira?

Ir. Maciel – Nesses 300 anos de devoção a Nossa Senhora Aparecida, há alguns fatos mais marcantes que podemos pontuá-los, como, por exemplo, o episódio do encontro da imagenzinha, depois de uma noite sem sucesso, com tensão dos pescadores, foi retirado o corpo e a cabeça, em lugares diferentes, em uma rede de arrastão, o que nos mostra algumas coincidências inéditas. A meu ver, esse foi o primeiro milagre de Nossa Senhora. Também a pesca milagrosa naquela madrugada, possivelmente, de 17 de outubro de 1717 é outro fato marcante, pois a “Câmara Local” havia intimado os muitos pescadores a suprir as necessidades do almoço da Comitiva e dos acompanhantes. apenas João Alves, Domingos Garcia e Felipe Pedroso entraram para a História. Naquela época, na Região de Guaratinguetá, faltavam alimentos, honestidades, dignidades e justiça social. Havia muita violência! Portanto, a Mãe de Deus e nossa deixou-se ser encontrada, por meio de uma pequena imagem, onde a classe menos favorecida, os ribeirinhos (índios, negros e mestiços), passava por grandes sofrimentos e carências diversas, inclusive de alimentos. Posteriormente, na primeira fase do Império Brasileiro, a partir da “Criação dos Municípios” (1º de outubro de 1828), houve acirramentos maiores com as Leis Municipais, por meio das quais se impunham maiores punições e maus-tratos aos escravos. Aumentaram também os preconceitos com relação aos pobres livres, forros e mestiços, até o final do Império. Na década de 1930, o Brasil passava por situação delicada, social e religiosamente, por isso a “Aclamação” de Nossa Senhora como Rainha e Padroeira foi um grito de súplica da Sociedade Brasileira. Assim, poderemos enredar outros fatos que pontilham Nossa Senhora, que caminha conosco, construindo a História da Nação Brasileira.

 

 

 

 

Os fatos ligados à imagenzinha de Aparecida são detalhes experenciados pelos devotos. Essa identificação dos devotos com a Mãe, que socorre suas necessidades, ajuda a sedimentar cada vez essa aproximação, que eu diria ser uma dimensão afetiva da fé. Dos devotos Nossa Senhora toma as feições, o rosto!


fonte: a12.com


Santa Rita de Cássia, conhecida como Santa dos Impossíveis

Publicado em 22 mai 2018

Santa Rita de Cássia, viveu os impossíveis de sua vida se refugiando no Senhor

Nasceu na Itália, em Cássia, no ano de 1381. Seu grande desejo era consagrar-se à vida religiosa. Mas, segundo os costumes de seu tempo, ela foi entregue em matrimônio para Paulo Ferdinando.

Tiveram dois filhos, e ela buscou educá-los na fé e no amor. Porém, eles foram influenciados pelo pai, que antes de se casar se apresentava com uma boa índole, mas depois se mostrou fanfarrão, traidor, entregue aos vícios. E seus filhos o acompanharam.

Rita então, chorava, orava, intercedia e sempre dava bom exemplo a eles. E passou por um grande sofrimento ao ter o marido assassinado e ao descobrir depois que os dois filhos pensavam em vingar a morte do pai. Com um amor heroico por suas almas, ela suplicou a Deus que os levasse antes que cometessem esse grave pecado. Pouco tempo mais tarde, os dois rapazes morreram depois de preparar-se para o encontro com Deus.

Sem o marido e filhos, Santa Rita entregou-se à oração, penitência e obras de caridade e tentou ser admitida no Convento Agostiniano em Cássia, fato que foi recusado no início. No entanto, ela não desistiu e manteve-se em oração, pedindo a intercessão de seus três santos patronos – São João Batista, Santo Agostinho e São Nicolas de Tolentino – e milagrosamente foi aceita no convento. Isso aconteceu por volta de 1441.

Seu refúgio era Jesus Cristo. A santa de hoje viveu os impossíveis de sua vida se refugiando no Senhor. Rita quis ser religiosa. Já era uma esposa santa, tornou-se uma viúva santa e depois uma religiosa exemplar. Ela recebeu um estigma na testa, que a fez sofrer muito devido à humilhação que sentia, pois cheirava mal e incomodava os outros. Por isso teve que viver resguardada.

Morreu com 76 anos, após uma dura enfermidade que a fez padecer por 4 anos. Hoje ela intercede pelos impossíveis de nossa vida, pois é conhecida como a “Santa dos Impossíveis”.

Santa Rita de Cássia, rogai por nós!


fonte: a12.com


Próximas »
Delicious Digg Stumble Upon Google Bookmarks
HOTEL CAMPOS | Rua Oliveira Braga, 326 | Centro | Aparecida/SP
Cep.: 12570-000 | Tel.:(12) 3105.1558 | Fax.:(12) 3105.6043