São Raimundo de Peñafort, homem de oração

Publicado em 7 jan 2019

São Raimundo de Penãfort foi fiel aquilo que davam a ele como trabalho para a edificação da Igreja

Nasceu no castelo de Peñafort, Barcelona, Espanha, no ano de 1175. Desde cedo, muito dedicado aos estudos, ele se especializou em Bolonha, na Itália, na universidade onde se tornou também um reconhecido mestre. Deixou aquela realidade que tanto amava para obedecer ao Bispo de Barcelona que o queria como cônego. Ele prestou esse serviço até discernir seu chamado à vida religiosa, quando entrou para a família dominicana e continuou em vários cargos de formação, mas aberto à realidade e às necessidades da Igreja, onde exerceu o papel de teólogo do Cardeal-bispo de Sabina; também foi legado na região de Castela e Aragão; depois, transferido para Roma, ocupou vários cargos.

Ele não buscava nem tinha em mente um projeto de ocupar este ou aquele serviço, mas foi fiel àquilo que davam a ele como trabalho para a edificação da Igreja. Na Cúria Romana, quantos cargos ligados a Teologia, Direito Canônico! Um homem de prudência, de governo. Seu último cargo foi de penitencieiro-mor do Sumo Pontífice. Quiseram até escolhê-lo como Arcebispo, mas, nesta altura, ele voltou para a Espanha; quis viver em seu convento, em Barcelona, como um simples frade, mas fossem os reis, o Papa e tantos outros sempre recorriam ao seu discernimento.

São Raimundo escreveu a respeito da casuística. Enfim, pelos escritos e pelos ensinos, ele investia numa ação de mestres e missionários, pois tinha consciência de que precisava de missionários bem formados para que a evangelização também fluísse. Ele não fez nada sozinho, contou com a ajuda de São Tomás de Aquino, ajudou outros a discernir a vontade do Senhor, como São Pedro Nolasco, que estava discernindo a fundação de uma nova ordem consagrada a Nossa Senhora das Mercês – os mercedários. Homem humilde que se fez servo, foi escolhido como Superior Geral dos Dominicanos. Homem de pobreza, de obediência e pureza; homem de oração. Por isso, os santos como São Raimundo, um exemplo. Faleceu em Roma, em 1275; cem anos consumindo-se pela obra do Senhor.

São Raimundo de Peñafort, rogai por nós!


fonte: a12.com


Reis magos: o símbolo da Gratidão

Publicado em 7 jan 2019

Os reis magos que encontramos na narração bíblica de Mateus foram alvos de diversas interpretações. Como assim são reis? De onde? E o que significa ser um mago na bíblia?

Joseph Ratzinger (papa Bento XVI) explora essas perguntas em seu livro sobre a infância de Jesus e depois diz: “Os sábios do oriente constituem um início, representam o encaminhar-se da humanidade para Cristo, inauguram uma procissão que percorre a história inteira”. E é uma procissão que vem, entre outras coisas, a agradecer tão grandioso dom que Deus nos concedeu em Jesus.

Ser agradecidos, ter um coração grato, é a resposta que damos ao reconhecer um dom que alguém nos fez, manifestando que o acolhemos como parte da nossa vida. Ninguém fica grato por receber algo que não lhe interesse, menos ainda se nem se percebe qualquer dom sendo feito. Na peregrinação dos Sábios do Oriente encontramos pessoas que perceberam em Jesus, mesmo que distante de suas terras, um dom de Deus. Os presentes que trouxeram, além dos símbolos que são sobre a identidade de Jesus, manifestam esse agradecimento, esse reconhecimento.

Também nós somos chamados a fazer parte dessa peregrinação dos magos. Em que sentido? Somos convidados pela fé e pela razão a aproximar-nos do mistério do Deus que se faz homem em Jesus. E encaminhando-nos até Ele, reconhecendo esse grande dom do Pai para a humanidade, também em nossos corações brotará a gratidão por poder participar de tão imenso presente.

Mas esse reconhecimento poderia parecer que parte de um esforço nosso, que devemos nos esforçar para ver em Jesus o Senhor. Não deixa de ser verdade que precisamos colocar todo nosso empenho nisso, mas sem nunca esquecer que a iniciativa é de Deus. De fato, a epifania que celebramos é a manifestação de Deus. É Ele que se revela para que possamos o encontrar e adorar. O nosso esforço é por reconhecer essa manifestação e somos sempre ajudados pela Graça de Deus, sem a qual não poderíamos fazer muito.

E o grande presente que Deus quer de nós, a nossa resposta de gratidão, é o nosso coração.

Jesus quer reinar em cada coração, mostrando a cada um o que é a vida em abundância que Ele veio mostrar. Os magos do Oriente trouxeram, antes dos presentes de ouro, incenso e mirra, um coração aberto ao mistério de Deus que se revelava naquele menino nascido em Belém. Sem essa abertura interior, não teriam saído de suas terras seguindo a Estrela que os guiou.

Temos muito a agradecer. E quanto mais nos abrirmos ao mistério que Jesus veio nos revelar, mais vamos descobrindo que o nosso agradecimento ainda é pequeno. Que nesses dias possamos olhar mais para o acontecimento do Natal e procurar descobrir nele os motivos mais profundos para sermos pessoas agradecidas com Deus pelo grande presente que nos deu em seu Filho Jesus.


fonte: a12.com


Santa Ângela de Foligno

Publicado em 4 jan 2019

Santa Ângela, instrumento de conversão, fez uma profunda experiência com o amor de Deus

Nasceu na Itália, no ano de 1248, em Foligno, próximo a Roma, numa família muito abastada. Mas, infelizmente, não vivia a maior riqueza, que é o amor a Deus. Dentro deste ambiente indiferente a Deus e à Igreja, a menina foi crescendo.

Ela foi para o sacramento do matrimônio, teve vários filhos, mas, infelizmente, tanto os filhos e depois o esposo faleceram. Imagine como estava o coração dessa mulher! Mas, deixando-se levar por uma vida distante de Deus, entregava-se às festas, às vaidades, cada vez mais longe de Deus e dela mesma, até que sentiu o toque da misericórdia do Senhor. Ela tocou o seu vazio existencial. Foi quando recorreu a Virgem Maria e buscou o sacramento da reconciliação.

Ela tinha 40 anos quando se abriu para esse processo maravilhoso que se chama conversão. Numa peregrinação a Assis, ela fez uma profunda experiência com o amor de Deus. Doou todos os seus bens aos pobres, entrou para a família franciscana na ordem terceira, viveu uma vida reclusa e saía para peregrinações em Assis.

Santa Ângela foi instrumento de conversão a partir do momento em que se abriu e levou muito a sério sua vida de conversão.

Santa Ângela de Foligno, rogai por nós!


fonte: a12.com


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